Para a polícia do Rio está resolvido o caso do assassinato do milionário da Mega-Sena. A acusada pelo crime é a viúva de Renné Senna, Adriana Almeida. O inquérito será oficialmente concluído no final do mês, conforme o Jornal da Globo.
"Não resta mais dúvida de que Adriana foi a mandante do crime que vitimou René Senna, pelo fato dela ser a maior interessada na sua morte e deter o poder econômico "assim ela pôde arregimentar as demais pessoas a auxiliá-la a cometer esse crime", afirmou o delegado Roberto Cardoso.
O milionário foi morto com quatro tiros no dia 7 de janeiro na porta de um bar em Rio Bonito. "Ela perderia a parte da sua herança que era de 50%. Então, a partir desse momento, ela começou realmente a arquitetar esse plano e levou à sua consumação através dos seguranças e ex-policiais que ela conhecia", disse o delegado Cardoso.
Advogado
As acusações contra o ex-advogado de Adriana, Alexandre Dumans, foram negadas por ele. A viúva teria acusado Dumans de extorsão e argumentou que ele a teria orientado a mentir nos depoimentos.
"Isso não tem nenhuma procedência. Jamais me apropriaria de qualquer bem, de qualquer cliente meu. Eu sou advogado há 30 anos nesta cidade e sempre fui um advogado honrado, sem nenhuma acusação", defendeu-se o advogado.
O próximo passo da polícia será pedir a prisão preventiva de todos os acusados
Redação Terra