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É fato concreto e muitos analistas alimentam este conceito de que a situação do ex-governador Cássio Cunha Lima fica cada vez mais dificil. Algo parecido com um corpo agonizando, entre a vida e a morte, e, apesar de receber altas doses de medicamentos, continua tendo a diminuição dos batimentos cardíacos.
Todos os ventos sopram em desfavor de Cassio e o principal vilão agora é exatamente o tempo. A eleição, que acontece domingo, dia 03, bate a porta e não tem como evitar o encontro de Cássio com as urnas, se analisarmos pelo prisma de que ele manterá mesmo o seu nome na disputa, arriscando ir até as últimas consequencias.
O pior em tudo isso é que, se o STF não julgar a aplicabilidade da Lei Ficha Limpa, deixando o assunto para depois da eleição, e, Cássio, “bater o pé”, apostando que será inocentado, a disputa pelas duas vagas ao senado ficará obscura.
Sem o registro confirmado, Cássio não terá computados os seus votos na relação oficial do TRE.
Os números serão preservados sob o domínio da Justiça Eleitoral até que o caso seja efetivamente decidido e podemos não ter, logo de imadiato, o resultado de quem realmente será senador para representar a Paraíba, em Brasília.
Mas será que Cássio terá realmente coragem de ir até as últimas consequencias em relação a essa “nuvem negra” que envolve a sua candidatura?
Ou, sabendo que corre o risco de ter anulada a sua votação, caso a justiça decida pela aplicação da lei Ficha Limpa, Cássio procura ganhar tempo, sensibilizando o seu eleitorado, para na undécima hora fazer a tão esperada substituição?
Tudo é incógnita e só o tempo, apesar de curto, curtíssimo, dirá o que deve acontecer.